13 adultos contam histórias de infância que mataram seus pais de vergonha

Os membros do Lektronik narraram os maiores vexames que fizeram seus pais passar na infância:

1. “Com cinco anos, entendi que era para PEGAR o dinheiro da cestinha da missa, e não COLOCAR”.


“Eu com cinco anos estava na igreja com o pai e na hora que passou a cestinha de dinheiro eu entendi que era pra pegar, não pra colocar dinheiro. Agarrei a cesta e puxei uma nota de dez reais daquelas de plástico. O pai quis morrer”. — Laiz Cechinel Gonçalves

2. “Era a segunda vez que o guarda rodoviário parava o carro do meu pai e, quando ele liberou, falei bem alto: PELO MENOS ESSE AÍ NÃO PEDIU R$ 100”.


“Eu era bem pequeno mas lembro e meus pais já contaram: a gente tava em uma viagem e os policiais rodoviários tinham parado meu pai alguns km antes e receberam uma grana pra gente passar porque tinha alguma irregularidade que não me recordo.

Mais à frente eu tava sem cinto e meu pai pediu que eu colocasse porque íamos ser parados de novo, eu coloquei e quando o guarda disse “todos estão com os cintos né?!”, eu falei “eu não tava, mas pus quando vi o senhor”, foi horrível ver a cara do meu pai quando o policial disse “criança não mente né parceiro?! “.

Mas ainda não tinha acabado, depois de alguns minutos de conversa entre meu pai e o guarda na hora que ele ia saindo eu soltei a pérola “pelo menos esse daí não pediu 100R$”. E e foi assim que eu vi que eu era uma criança filha da puta”. — Felipe Bispo

3. “Uma amiga e eu achamos um monte de cartas, esmaltes e batons na praia. Levamos para casa e jogamos em cima da mesa do almoço. Era macumba”.


“Eu tinha uns 8 anos quando eu e minha amiga estávamos na praia e achamos um monte de osso, carta, batom, esmalte. E tava tendo um almoço desses bem chiques na casa de praia de um prefeito aí cuja cidade nao vou dizer. Mas só tinha gente importante e nossos pais.

A gente achou todos aqueles ossos e cartas e cosméticos muito legais, levamos e jogamos na mesa do almoço “OLHA SÓ O QUE A GENTE ACHOU”.

Apanhamos muito porque era macumba” — Amanda Dias Duarte.

4. “Fiz xixi na privada falsa de um banheiro que minha mãe tinha montado para uma mostra de decoração”.


“Minha mãe fez um banheiro no Casa Cor, eu tinha 5 anos. Bateu a vontade de fazer xixi e eu inocentemente fui e fiz xixi na privada do banheiro. A privada era falsa e o chão do banheiro ficou cheio de mijo. Desde então, minha mãe não participou mais de nenhum Casa Cor”. — V.B.

5. “Dei um escândalo em uma loja de brinquedos e minha mãe ficou me olhando com cara de TE CONHEÇO?”


“Acho que eu passei vergonha uma vez, quando tava numa loja de brinquedos e comecei dar um escândalo louco porque queria a Po do Teletubbies. A minha mãe, muito sábia por sinal, fingiu que não me conhecia e ficou me olhando com cara de desconhecida… Daí vi que ela não deu moral, levantei e fiquei quietinha. AHUEHUAHE” — Paula Carolina.

“Queria andar feito diva no carrinho do supermercado, meu pai soltou o carrinho e ele virou por cima de mim. COM OVOS DENTRO”.


“Teve uma vez que eu estava no supermercado e toda criança anseia por ficar no carrinho enquanto seus pais te levam feito diva. Daí, meu pai soltou o carrinho e eu tava na ponta dele. Resultado: O CARRINHO VIROU POR CIMA DE MIM. Ele riu por muito tempo e eu não conseguia sair e tinha alguns ovos espatifados em mim. Pqp que dia triste” — Paula Carolina.

6. “Perguntaram pra minha mãe se eu era filha única e ela disse sim, ao que eu rebati MENTIRA, QUE MEU PAI TEM 3 FILHOS COM OUTRA MULHER”.


“Quando eu era pequena, mais ou menos nessa idade de 7 anos, eu tava com meu pai e com a minha mãe, aí perguntaram pra minha mãe “ela é filha única?” aí minha mãe “é”, aí eu “mentira, que meu pai tem 3 filhos com outra mulher” — A.G.

7. “Tentei comprar um anel de R$ 198 com uma nota de um real”.


“Eu tinha 7/8 anos e tava com uma nota de um real só pra mim. Tava em Ouro Preto viajando com a família. Entrei numa loja de joia sozinha, enquanto minha família tava numa loja da frente. Fiquei vendo os aneizinhos de criança e vi um escrito “198” na etiqueta. Pedi o anel e dei a nota de um real pra mulher. Saudades….” — Ana Ramirez.

8. “Apareci pelado na porta do banheiro, gritando para minha mãe vir me limpar. Mas a gente tava num restaurante”.


“MÃE, VEM LIMPAR MEU BUMBUM!!!”. Eu seminu na porta do banheiro. Do restaurante” — Rodrigo Almeida.

Fonte: [ Lektronik ]

Proxima
« Anterior
Anterior
Proxima »