15 mentiras que você sempre acreditou

A internet é, sem dúvidas, um poço de mentiras e meias verdades, e isso não é novidade pra ninguém. Apesar de não percebermos, sempre acreditamos facilmente em algo que todo mundo fala. E por isso, separamos uma lista de mentiras que você ouviu falar e sempre acreditava, até hoje:

Einstein não ia mal na escola


Na verdade, ele era o melhor aluno da classe em matemática. O mito provavelmente deve-se ao fato de que, após 1896, último ano no qual o jovem prodígio frequentou a escola, a escala de notas foi invertida e 1, que era considerada a nota mais alta, passou a ser a nota mais baixa. Ao analisarem os boletins de Einstein, talvez as pessoas não tenham se dado conta da mudança e tomaram as notas pela escala antiga.

Os ricos não estão mais ricos e os pobres não estão mais pobres


Na verdade, o número de pessoas na extrema pobreza vem diminuindo no mundo todo no decorrer dos últimos anos. Ao mesmo tempo, a renda média tem aumentado e o coeficiente Gini mundial, que mede a desigualdade, só vem caindo. 

O vidro não escorre como um líquido


O aspecto de escorrido, presente nos vitrais mais antigos é consequência de uma técnica ultrapassada de fabricação do vidro, na qual o vidro era esfriado no ar enquanto o artesão girava a peça ainda quente. Por esse motivo, mesmo depois de esfriar, o vidro ainda apresentaria o aspecto de escorrido.

A Terra não gira em torno do Sol


Na verdade, o planeta persegue o centro de massa do Sistema Solar (baricentro), que nem sempre é o centro do Sol.

Assim como os russos, a NASA também usava lápis no espaço


Aquela história de que a NASA teria gasto milhões para desenvolver uma caneta que escrevesse no espaço, enquanto os russos apelaram para a praticidade e usaram lápis na gravidade zero é falsa. Apesar disso, a NASA passou a usar uma caneta que funcionava na gravidade zero em 1965, mas desenvolvida por uma empresa privada, a Fisher Pen Company.

Nem todo usuário de crack é viciado


Apesar de extremamente viciante, a pessoa que experimenta o crack não torna-se viciada imediatamente. Além disso, uma pesquisa de 20 anos do governo norte-americano revelou que 80% das pessoas que usaram o crack, passaram meses sem tocar de novo na droga.

Colocar filhotes de pássaros de volta no ninho não fará com que eles sejam rejeitados por suas mães


Pássaros não possuem um olfato muito apurado e não são capazes de identificar odores humanos nos seus filhotes. E a história de que colocar filhotes no ninho fará com que suas mães o rejeitem não passa de lenda. Pelo contrário, as mães adoram ver seus filhos de volta no ninho.

O candidato vencedor das eleições nem sempre é o mais popular


Longe de ser o melhor ou o mais popular, a grande maioria dos candidatos que vencem eleições são justamente os que recebem maiores financiamentos. Não existe a mágica das boas propostas, popularidade ou o que for. Aqui é grana quem decide. 

Vikings não usavam capacetes com chifres


Esse mito provavelmente se popularizou por causa da famosa ópera “O Anel de Nibelungen”, escrita entre 1848 e 1874 por Richard Wagner.

Não, ruivas não serão extintas


O alarmismo de que cabelos ruivos e olhos claros serão extintos é antigo, mas não possui nenhuma base científica. Na verdade, genes recessivos tão mais raros que os dos cabelos ruivos existem até hoje, como é o caso de doenças raras que tardam a desaparecer.

A expectativa de vida na Idade Média era maior do que 30 anos


Você provavelmente já ouviu falar que a expectativa de vida durante a Idade Média girava em torno dos 30 anos. Apesar de verdadeira, essa informação conduz a um pensamento errôneo: o de que as pessoas geralmente morriam aos 30 anos. Na verdade, os números eram puxados para baixo por causa da alta taxa de mortalidade infantil, mas, muita gente que conseguia sobreviver à infância e chegar à idade adulta só falecia aos 60 anos.

Girassóis não perseguem o Sol


A foto acima ilustra bem isso. As plantas, no entanto, apontam em direção ao Leste, ponto cardeal de onde o sol “nasce”, mas não acompanham sua trajetória durante o dia.

A Primeira Guerra Mundial não foi a mais mortífera


Até hoje não se sabe quantas pessoas morreram no conflito – as estimativas mais pessimistas giram em torno de 17 milhões de vidas perdidas na guerra. É um número grande, mas não o suficiente para chegar ao primeiro lugar. A Rebelião de Taiping, que ocorreu na China entre 1851 e 1864, por exemplo, deixo um saldo de mais de 30 milhões de mortos.

Seus dedos não enrugam porque absorveram muita água


O enrugamento que aparece nos dedos após banhos e contatos prolongados com a água é, na realidade, um mecanismo do próprio corpo para melhorar a aderência da pele em ambientes úmidos e é induzido por impulsos nervosos, não pela absorção de água.

O número de civis armados não aumenta as taxas de criminalidade


Pelo contrário, a tendência é que elas diminuam. Essa tese já foi comprovada em diversos estudos e até livros, como em “More Guns Less Crimes”, de John R. Lott – em português, o livro pode ser encontrado sob o título de “Mais Armas, Menos Crimes?”. O caso mais recente que comprova essa teoria aconteceu em Chicago, nos Estados Unidos.

Fontes: [ Today i found out/Voxeu/Scribd ]
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